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Música Minimalista (24 08:41:50/01/2010) |
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Tristeza e Alegria
O que é um som Minimalista? Melodias que mexem com o sentimento, deixando você triste(melancólico) ou feliz(alegre) em alguns trechos da música. Há quem diga que é repetitiva, o que é uma crítica óbvia, já que a repetição é o truque da estrutura deste tipo de música. O que há de errado nas pessoas que criticam tal música julgando-a simplesmente como repetitiva, falta de conhecimento, cultura?
Na atualidade a vários compositores/produtores que buscam este tipo de som, utilizando muito da repetição, reforçando a riqueza e variedade de instrumentos e sons, uma sonoridade completamente particular. Embaixo separei um link com algumas músicas pra melhor entendimento do assunto.
MINIMALISMO
http://w ww.4shared.com/file/20632 7044/9b41a5c6
Na minha opinião, minimalismo é a junção da melodia repetitiva, gerando emoção, melancolia e alegria juntas. Não vou citar apenas uma vertente da música eletrônica, pois o som minimalista se encontra em quase todas as vertentes, basta analisar e ouvir com o coração.
Fugindo da Música Eletrônica, um estilo que engloba todas essas sensações é a Música Clássica, eu particularmente admiro e escuto alguns clássicos da música.
Embaixo um link direto do youtube.
“Michael Nyman - The heart asks pleasure first”
http://www.youtub e.com/watch?v=0dPS-EHl-FE &feature=related
É isso ai, vou deixar vocês refletir.
REFERÊNCIA
Apontamentos Sibilantes. Sobre a música minimalista. 2009. Disponível em: Acesso em: 20 jan. 2009
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Felten (20 07:31:01/12/2009) |
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Release !!!
Carlos Knebel Felten é o nome por trás do projeto Felten Live , DJ e Produtor tem uma visão futura e única sobre um estilo próprio, que reúne uma característica única de Electro House junto com outras vertentes, e com isso vem se destacando sendo uma grande revelação nacional com um futuro promissor. Tem como principais influencias grandes produtores como Deadmau5, Miles Dyson, Electrixxx, Sander Van Doorn, Dubfire entre outros. Já dividindo palco com grandes artistas de renome internacional.
Ontem na OUT a apresentação do Felten foi impecável, só quem foi sabe o que estou falando. O Live teve duração de uma hora, tocando seu electro pesado com vários elementos e vocais conhecidos da cena Dance Floor.
Em baixo segue dois links da apresentação de ontem 19-12-09
Felten Live - OUT Open Air - Bauru-SP (19/12/09)
http://www.yo utube.com/watch?v=6gEidRH tsDE
Felten Live - OUT Open Air - Bauru-SP (19/12/09) - Parte 02
http://www.youtube.co m/watch?v=Cj2uYYuoE8Q
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Artigos Publicados (30 03:26:51/11/2009) |
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Elton Patrizi
CONHEÇA MAIS SOBRE A CENA ELETRÔNICA
Antes de ler este artigo, ressalto que as possibilidades de combinações de influências tanto no Drum & Bass quanto no House, ou qualquer outro são infinitas, por isso deixo claro que os termos são apenas para efeito de curiosidades culturais e não para serem levados tão ao pé da letra, porque, antes de tudo, o que importa é a música, independente de rótulos.
Neste artigo que escrevi, procuro falar sobre a história do Drum’n Bass, e ao final mostrar um áudio repleto de Drum, algumas pessoas podem ouvir o Set e falar nossa quanta música “OLD” sim sim, todos que me conhecem sabe que a linha que sigo é o Electro House, mas o que quero passar aos amantes da música eletrônica é a informação o conhecimento de novas vertentes, e não ficar apenas no seu mundinho, a eu só escuto House Music, Tech House, Progressive House, Psy e por ai vai... quem ama música eletrônica conhece tudo meu jovem!!!
Etimologia (parte da lingüística que estuda a origem e o significado das palavras) a etimologia do termo "Drum and Bass", ou ainda drum’n bass, vem do inglês, sendo a tradução "Bateria e Baixo". É a característica marcante das produções de drum and bass, em que os principais elementos são batidas de bateria acústica em algumas delas, e uma linha de baixo (bassline) contagiante.
História e Cultura
O drum and bass vem se destacar na cultura mundial no começo dos anos 90, porém, nos guetos londrinos, algo conhecido como hardcore breakbeat já era conhecido. O hardcore breakbeat é uma evolução do hip-hop com batidas quebradas, e o termo hardcore vem de rápido, acelerado, que nos dá a entender que o ritmo se destaca por batidas quebradas rápidas. Após passar por várias influências, como a música jamaicana (consequência da aglomeração de imigrantes jamaicanos nesses guetos), ragga e dub, o hardcore breakbeat tomou um novo rumo, chamado Jungle. O Jungle, sonoramente falando, se trata dessas batidas do hardcore breakbeat, com fusões do ragga, dub, funk, e sons presentes na música jamaicana. A hipótese mais conhecida pelo aparecimento do nome jungle é a de que tal nome se refere justamente do gueto, ou seja, da selva que era o gueto, ou dando a entender que o jungle era música do gueto. Muitos o criticam por ser racista, já que o jungle era associado aos negros, dando um certo ar preconceituoso esse termo, logo começou a causar problemas, as hipóteses para que o nome tenha virado drum and bass seriam de que, por o termo ser preconceituoso, as pessoas estavam querendo dar um ar étnico correto ao ritmo, mudando-o para drum and bass. Já outra hipótese seria a de que, com as festas de jungle, o uso de crack e drogas estava aumentando, e com a violência que o próprio consumo estava causando, o termo jungle teria ficado "sujo", logo, os promoters dessas festas receberam a idéia de mudar o nome para algo que seria lógico ao ouvir a música, e logo assim, teria surgido o termo drum and bass. Entretanto, o drum and bass se trata mesmo de uma evolução cultural e sonora do jungle, sendo a "nata" do jungle, ou seja, um som mais bem feito, de boa qualidade, misturando funk, hip-hop, house music, acid jazz, rock e até ritmos latinos na sua composição. Quando falamos de cultura "drumbazista", estamos nos referindo a uma cultura bastante ligada à cultura urbana, ou seja, a uma nova cultura, uma cultura jovem, diferente. O drum and bass se destaca de outras vertentes da música eletrônica por ter batidas rápidas, acima de 160 BPM, pela variedade de ritmos que se podem fundir com ele, exemplo disto são várias produções de DJs nacionais com cantores e artistas de bossa nova, e também, sua possibilidade de representar vários contextos culturais, como o hip-hop, o ragga e a cultura urbana em si. O drum and bass está "escondido" na nossa cultura, se prestarmos atenção, iremos vê-lo como fundo de comerciais, documentários ou programas de TV, assim como feito com outras vertentes eletrônicas como o chill out e o dub.
Alguns artistas internacionais: Alex Reece, Roni Size, Flytronix, Omni Trio, Grooverider, não se esquecendo dos pioneiros na cena nacional, DJ Marky e DJ Patife, graças a esses dois indivíduos eu pude conhecer esse mundo quebrado hahaha, digo mundo de batidas quebradas. Jaja irei falar mais da vida e trajetória desses dois feras. É importante lembrar que o Drum’n'bass é um segmento totalmente criado e manipulado por dj’s. O gênero é caracterizado por batidas rápidas, próximas a 170 BPM, sendo a vertente mais rápida da música eletrônica.
Cena Nacional
Aos 32 anos, Marky é considerado um dos maiores DJs do planeta. Cidadão do mundo, mantém residência em São Paulo, capital brasileira da música eletrônica. Marky começou a escrever sua história na década de 80 e no início dos anos 90 já era um fenômeno na arte de mixar e entreter, sendo pioneiro em terras brasileiras no trabalho com os sons do Reino Unido, Jungle e Drum N´Bass.
Por volta de 94/95, o Jungle tornou-se popular por aqui graças a insistência dos então novatos Patife, Andy e Koloral, parceiros de Marky desde os primórdios. Na segunda metade dos anos 90 Marky já tinha seu próprio radioshow, era residente da legendária TOCO, que lotava todas as semanas com mais de 5.000 pessoas que iam para curtir ao som do jovem mestre dos toca-discos, então com vinte e poucos anos. Na mesma década, lançou e assinou a primeira compilação de Drum N´Bass/Jungle com a Suburban Base Records (UK). Foi premiado como DJ do ano no Brasil em 95, 96 e 99.
Em 1999 foi eleito pela Folha de São Paulo o melhor DJ do país. O sucesso internacional de Marky está bem documentado e tem refletido de forma impactante na cena brasileira há mais de uma década, pois ele continua sendo o Disc-Jockey com maior evidência do país no segmento. Sua habilidade e técnica têm conquistado fãs pelo mundo e hoje, com sua personalidade e carisma, consegue atrair multidões. Com cobertura intensa no Brasil, Europa, Estados Unidos, Asia, Austrália e República Tcheca, Marky tornou-se uma autoridade nas pistas de todos os países e cidades por onde passou. O DJ fica pelo menos 6 meses do ano em turnê tocando pelo mundo afora.
Em 2002 Marky se apresentou na Homelands (Inglaterra), onde reuniu os nomes mais importantes da cena eletrônica mundial, Carl Cox, Basement Jaxx, Jeff Mills, X-Press 2, Erick Morillo, Laurent Garnier entre outros, pouco tempo depois do festival, explodiu na Inglaterra a música “LK”, parceria de Marky com o produtor e DJ Xerxes de Oliveira, o XRS (espécie de Giorgio Morodes do cenário D’n’b paulistano). Em seguida, “LK” estourou nos Estados Unidos e em vários países da Europa. A faixa, que usa sample de “Carolina Carol Bela” – música de 1969 da dupla Jorge Bem e Toquinho – com vocais do inglês MC Stamina, tornou-se obrigatória para qualquer DJ de drum’n bass. Em novembro de 2002, “LK” alcançou o oitavo lugar na parada britânica de singles de dance music e se tornou carro-chefe do V Recordings, o mais sólido selo de drum’n bass do Reino Unido. No ranking geral de vendas, o disco chegou ao 17º lugar, colocação mais importante que um artista brasileiro já alcançou até hoje. A última aparição de um brasileiro na parada britânica havia ocorrido em 1996, quando o Sepultura chegou à 19º posição com a música “Roots Bloody Roots”. Isso mostra que o Drum’n bass brasileiro é pé quente!!!
Marky vem conquistando o público em geral que ouve outros tipos de música, principalmente aqueles ligados à old school (classic funk & soul dos anos 70 e 80), o que pouca gente sabe, pois Marky é um amante apaixonado e inveterado dos rare grooves & jazz.
Colecionador maníaco por vinil, possui uma das maiores coleções de classics que se tem notícia. Atualmente, ele está na vanguarda dos clubs e da música eletrônica brasileira. Foi DJ residente do Lov.e Club na noite semanal denominada VIBE por quase uma década em São Paulo, com convidados do mais alto nível e peso dentro do DB.
A distribuição do mais recente CD, In Rotation, também em parceria com XRS (Xerxes), foi pela Universal Music, após anos sendo artista exclusivo da TRAMA. Marky deu início à sua nova noite mensal no The-End, em Londres, na segunda metade de 2005, denominada Marky & Friends que leva seus amigos Top Deejays das mais diversas nacionalidades a dividirem os toca-discos com ele tocando os sons que os influenciam e os inspiram em suas vidas, produções e, obviamente, as novas tendências da música eletrônica mundial em primeiríssima mão. Nas noites de Marky & Friends certamente as pessoas irão se surpreender ao ver e ouvir TOP DEEJAYS tocando o verdadeiro Funk, Soul, Jazz e Rare Grooves. O projeto também chega a São Paulo/Brasil, onde Marky assumirá os decks da E-muzik na Vila Olímpia com seus Friends e mensalmente poderá mostrar porque é o melhor do mundo!
Ta, mas foi graças à cara-de-pau dos dois, Marky e Patife que o Drum’n bass ganhou respeito e fôlego suficientes para assoprar a brasa de outros gêneros da música eletrônica feita no Brasil. Com a ida deles a Londres o Brasil é hoje parte importante do mapa-múndi da dance music.
Bom quem tiver curiosidade de saber como foi essa ida a Londres, no livro “Todo DJ já Sambou” da jornalista Claudia Assef, os próprios Dj’s contam a história.
Embaixo segue o Set que fiz pra conhecimento do Drum’n Bass.
Vamos restabelecer o equilíbrio na cultura musical brasileira!!!
Nome: Elton Patrizi
Qualidade: 192 Kbps
Tempo: 34:51
Tamanho: 49 MB
Genero: Drum’n Bass
http://www.4shared. com/file/162212091/ee0a67 12
REFERÊNCIAS
PORT, C. História do Drum’n Bass. 2000. Disponível em: Acesso em: 25 nov. 2009.
SILVA, M. A. Biografia. 2009. Acesso em: 24 nov. 2009.
ASSEF, C. Todo DJ Já Sambou: A história do disc-jóquei no Brasil. 2 ed. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2008. 264p.
ABRAÇO
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A Mídia ! (26 12:48:45/08/2009) |
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A favor das Raves e de uma mídia descente
Rave uma festa cujo estilo musical não agrada a muita gente que não entende nada sobre. Uma festa que gera aversão em muitas pessoas preconceituosas e mal informadas. Enfim, gosto não se discute, não é verdade?
Mas o fato é que esse tipo de evento recebe o olhar curioso de milhares de pessoas, que talvez ainda nem conhecessem, ou daquelas veteranas, que não perdem nenhuma. Tem gente de todas as idades, de todos os estilos, com o mesmo propósito, ouvir música eletrônica.
Mesmo com toda a imagem negativa que é transmitida a respeito das “raves”, há muito mais prós do que contras nesses eventos, e se eu estiver mentindo, procure me convencer dos motivos que levam milhares de pessoas a freqüentarem essas festas. A primeira imagem a qual grande parte (conservadora, mal informada e preconceituosa, repito) da sociedade associa as raves, é a de um lugar com jovens sem nada na cabeça, pulando durante 12 horas, ouvindo uma mesma musica repetitivamente.
A coisa não é bem por ai.
É óbvio que não podemos negar que existem coisas ilícitas na festa, mas jamais podemos generalizar dizendo que "na rave só tem isso ou aquilo". Isso é uma grande mentira. Seria o mesmo que estereotipar quem freqüenta micareta, baile funk, reggae, forró, pagode, ou show de rock utiliza coisas ilícitas. Na maioria das vezes, estas festas são para maiores de 18 anos, ou seja, pessoas teoricamente capazes de decidir o que é bom e o que é ruim para a própria vida. Isso depende do tamanho do juízo, da responsabilidade, da educação, e da consciência da pessoa (lembrando que ninguém aqui é a favor das drogas, só que as coisas devem ser vistas por outro ponto de observação).
Outra característica da rave é que, assim como a sociedade capitalista, é uma festa muito subjetiva, mas que, ao contrario da sociedade, consegue ser solidária ao mesmo tempo. Ninguém dança para fazer mal ao outro, machucar o outro, muito menos para aparecer. A pessoa simplesmente fecha os olhos, coloca os seus problemas no lado de fora do recinto, e dança até não poder mais. Lá, ninguém tenta ser maior, melhor ou mais bonito que ninguém, pelo contrário, a beleza está na diferença, na tolerância com o estranho, na capacidade de dar a mão, levantar o outro chamando para dançar. Cada um por si, mas ninguém está sozinho. Lá é o momento que você tem para esquecer da vida, do cotidiano, deixar a cabeça vazia, para a musica poder entrar, e ninguém precisa se drogar para sentir isso, basta ter a cabeça aberta. O nome disso é alegria. A felicidade de saber que todos ao seu redor estão felizes também é muito contagiante. A “música eletrônica” faz bem para o corpo e para a alma, ela consegue mexer com sentimento, experimente hahahaha.
Briga, abusos, falta de respeito, nada disso. Não digo que não há, mas quase não acontece. As pessoas lá buscam uma coisa só, que por incrível que pareça, aquele barulho ensurdecedor da música, essa coisa é a paz.
Paz é uma palavra muito pregada em campanha dentro da rave. E tanta gente encontra essa paz, que volta na próxima. E chama os amigos. E leva os filhos. Não sei se os grandes da mídia têm noção do quanto essas noticias repercutem na vida da população. Instigam os filhos a mentirem, os pais a ficarem preocupados, estimulam o preconceito, e a pessoas que gostam de viver perigosamente a irem cada vez mais, e fazerem cada vez mais coisas que derem na telha, além da cara feia de toda a sociedade ao saber, puxa logo você? Um menino tão certinho, indo nessas festas raves? Quanta decepção!!!
Ha alguns anos atrás, faziam isso com o pobre do baile funk. As noticias cada vez mais freqüentes sobre prisões, drogas e mortes geraram na sociedade um quadro de que "baile funk só tem bandido", imagem que de repente saiu de moda, e foi desfeita pela própria mídia, colocando o assunto em novelas, fazendo documentários, artistas subindo morro e freqüentando os bailes, além de filmes, e diversas outras coisas aqui que eu poderia citar. Hoje em dia qualquer funkeiro é popstar.
Fonte: UOL
Que eles possam parar e entender mais sobre a cena, e não sair por ai criticando falando absurdos sobre festas Open Air. A mídia impõem e a sociedade acaba indo junto. Pensamento positivo de todos que lutam a favor da cena eletrônica.
FORTE ABRAÇO
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Felguk / Madonna (17 09:45:40/08/2009) |
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Celebration
A DUPLA carioca Felguk, composta por Gustavo Rozenthal e Felipe Lozinsky, foi convidada por Madonna para assinar um dos remixes de "Celebration", carro-chefe da coletânea da diva prevista para chegar às lojas em setembro. A própria Madonna ligou para Gustavo, que não sabia o que fazer ao atender o telefone mas já pode tirar a mesma onda que Junior Vasquez tirou nos anos 90, quando gravou a voz de Madonna na sua secretária eletrônica, dizendo "Hi, Junior.. this is Madonna... call me in Miami". Junior preferiu perder a amiga mas não a piada e lançou a faixa "If Madonna calls" com o vocal não autorizado. É claro que Madonna nunca mais fez nada com ele. Com a loura é assim: traiu a confiança, perdeu, playboy. Gustavo já deve estar bem treinado, você sabe muito bem por quem... um flyer da Maja para quem adivinhar. E Gustavo conta:
- Fomos contactados pelo cara da Warner nos Estados Unidos em julho. Ele encomendou o remix e nós já estávamos bem felizes com o convite, obviamente. Enviamos uma versão da música no prazo que a gravadora determinou, poucos dias após o primeiro contato. Uma semana depois resolvemos enviar outra versão, por nossa conta. Logo após a segunda remessa, Madonna ligou para o meu telefone. Eu tentei muito controlar a ansiedade quando ela se apresentou... foi difícil mas acho que consegui. Ela disse que ouve as músicas do FelGuk 'para malhar', 'gosta muito', e tal... Daí contou que gostaria de ter mais uma versão do remix porque ela sentiu falta de um momento de explosão na faixa, um 'go crazy moment', nas palavras dela. Fizemos então esta terceira versão e, segundo a gravadora, ela adorou.
Isso ai ABRAÇO.
Fonte "O globo Blogs"
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